"Somethings in the rain" - playlist da série
quinta-feira, 23 de junho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
ASI FUÉ - Isabel Pantoja
ASÍ FUE
Isabel Pantoja Perdona si te hago llorar Perdona si te hago sufrir Pero es que no esta en mis manos Pero es que no esta en mis manos,
me he enamorado,
Me he enamorado,
me enamore.
Perdona si te causo dolor Perdona si hoy te digo adiós Como decirle que te amo Como decirle que te amo Si el me ha preguntado,
le dicho que no,
Le dicho que no. Soy honesta con el y contigo A el lo quiero y a ti te he olvidado Si Tu quieres seremos amigos Yo te ayudo a olvidar el pasado. No te aferres, Ya no te aferres, a un imposible Ya no te hagas,
ni me hagas mas daño.
Tu bien sabes que no fue mi culpa Tu te fuiste sin decirme nada Y a pesar que llore como nunca Yo seguía de ti enamorada. Pero te fuiste Y que regresabas,no me dijiste Y sin mas nada por qué? No se Pero fue así,así fue. Te brinde la mejor de las suertes Me propuse no hablarte ni verte Y hoy que has vuelto ya ves,solo hay nada Ya no puedo ni debo quererte. Ya no te amo Me ha enamorado,de un ser divino De un buen amor Que me enseno a olvidar y a perdonar |
terça-feira, 21 de junho de 2011
VERSOS EM BRASAS - Elen de Moraes Kochman
Versos em Brasas
Elen de Moraes Kochman
Devolvo-te agora as cartas que me mandaste. Belas palavras, que muita emoção me deram. Tão múltiplas esperanças elas trouxeram Nas falsas promessas, com as quais tu me enganaste. Mando-te as rosas vermelhas, secas... Contraste Entre a paixão e as mentiras que compuseram Os teus reais sentimentos. Elas fizeram Diferença em meio às juras... às quais me ataste. Porém, quero de volta meus dias passados Em teus braços... fazendo amor, furtivamente... Os beijos que te dei... e os que foram roubados! Só não devolvo teus versos... infelizmente! Pelas ondas, com as areias, foram levados... Se bem que vivem em brasas na minha mente! |
domingo, 19 de junho de 2011
A TUA SINA - Elen de Moraes Kochman
| A tua sina
Elen de Moraes Kochman
Teu canto... que atravessa a madrugada,
É triste, por estar tão longe dela. Mas, de piegas, decerto não tem nada, Pois mostrar amor... é a expressão mais bela!
Tu ris... e o riso é de felicidade
Pelo teu coração apaixonado! Tua ilusão é a tua liberdade Pra ostentares teu Ser iluminado...
As notas do poema no teu rosto
São os traços da tua alma inspirada... E mesmo que te venha um sol posto, O amor há de clarear a tua estrada.
Se o riso da paixão te ilumina,
Não é o riso e, sim, o amor, a tua sina! |
sábado, 4 de junho de 2011
Poema 18 de Pablo Neruda - Declamado
Aquí te amo.
Pablo Neruda
Aqui te amo.
En los oscuros pinos se desenreda el viento.
Fosforece la luna sobre las aguas errantes. Andan días iguales persiguiéndose. Se desciñe la niebla en danzantes figuras. Una gaviota de plata se descuelga del ocaso. A veces una vela. Altas, altas estrellas. O la cruz negra de un barco. Solo. A veces amanezco, y hasta mi alma esta húmeda. Suena, resuena el mar lejano. Éste es un puerto. Aquí te amo. Aquí te amo y en vano te oculta el horizonte. Te estoy amando aún entre estas frías cosas. A veces van mis besos en esos barcos graves, que corren por el mar hacia donde no llegan. Ya me veo olvidado como estas viejas anclas. Son más tristes los muelles cuando atraca la tarde. Se fatiga mi vida inútilmente hambrienta. Amo lo que no tengo. Estás tú tan distante. Mi hastío forcejea con los lentos crepúsculos. Pero la noche llega y comienza a cantarme. La luna hace girar su rodaje de sueño. Me miran con tus ojos las estrellas más grandes. Y como yo te amo, los pinos en el viento, quieren cantar tu nombre con sus hojas de alambre. |
segunda-feira, 23 de maio de 2011
UM OLHAR SOBRE O OLHAR - Elen de Moraes Kochman
Um olhar sobre o olhar
Elen de Moraes Kochman
No olhar,
a dúvida
sobre as certezas,
os impossíveis,
irrealizados sonhos.
Na expressão,
o apelo inconsciente,
o abismo do vazio,
a desconstrução
da indiferença...
Na solidão do gesto,
a conformidade,
a crua existência,
a muda palavra,
o instigante prazer...
Na metade aparente,
a vontade da coragem,
a fustigada esperança,
os desatinos da vida,
a ausência...
No lado oculto,
a pureza da alma,
a timidez do Ser,
a razão do espírito,
o encontro com Deus.
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domingo, 22 de maio de 2011
ENQUANTO FOR... - Elen de Moraes Kochman
ENQUANTO FOR...
Elen de Moraes Kochman
Que o tempo - ou sua falta -
não amarre as mãos
do nosso sentimento.
Que a distância não se faça de algoz,
que o nosso coração não se violente
com ambíguas esperanças.
Que a memória do que foi
não ocupe demasiado espaço
do que é,
do que pode vir a ser.
Que as mesmices do nosso dia a dia
não se incrustem na nossa paixão,
nem oxidem o desejo que nos abrasa.
Que o movimento natural da vida,
no seu incessante vai e vem,
não desgaste a nossa coragem
de querer, de reagir!
De lutar para vencer...
ou perder.
Que as nossas almas só mergulhem
nas águas transparentes
da nossa emoção,
que elas jamais necessitem
de outras águas para navegar.
Que a nossa paixão não agonize
por ciúmes, desconfianças,
falsas aparências
ou por quaisquer desilusões.
Que esse nosso amor
feito de incertezas,
de longos silêncios,
de tantos empecilhos,
de sofridas ausências,
seja para sempre!
Enquanto for!
domingo, 8 de maio de 2011
MÃE MARIA - Elen de Moraes Kochman
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Mãe Maria
Mãe, tu és em minha vida, Grande exemplo e referência! Tua idade só consolida O belo da tua essência. Teu amor - tão infinito - Que nutre por todos nós, Fica muito bem explícito Nos teus gestos... em tua voz. Teu caráter, tua alegria, Tua força e, em Deus, a fé, Ensinaste dia a dia, Mostraste o que a vida é. Hoje és “Querida Maria”, Guardiã da minha razão, Musa da minha Poesia E Mãe da minha emoção. |
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